segunda-feira, 2 de setembro de 2019

OUTRAS INFORMAÇÕES 02

ÁRVORE GENEALÓGICA DA FAMÍLIA GALENO


Albano da Costa dos Anjos  e Josefa Rodrigues da Silva  tiveram os seguintes filhos:

Domingos da Costa e Silva

João da Costa e Silva

Vidal da Penha Costa e Silva

Maria Angélica da Costa e Silva

José Antonio da Costa e Silva casou-se com Maria do Carmo Theóphilo e Silva tiveram os seguintes filhos:

Liberalina Costa e Silva casada com José Francisco da Silva Albano, Barão de Aratanha (21/05/1830+13/06/1901). Falecida a 10 de agosto de 1900.

Florentina Costa e Silva casada a 19/02/1859 com Antônio Gonçalves da Justa, 21/08/1831+30/12/1879. Uma filha Angélica, falecida em outubro de 1929, casa-se com o médico José Lino da Justa a 09/10/1895.

Joana Costa e Silva casada com agrônomo José Antonio da Justa, 1831+21/04/1886. Do consórcio cinco filhos, dentre eles o médico José Lino da Justa.

Juvenal Galeno da Costa e Silva,27/11/1836+07/03/1931, casou-se com Maria do Carmo Cabral e Silva,18/11/1856+16/04/1942. Filhos:

F1- José Maria da Costa e Silva, falecido antes de completar um ano.

F2-Antônio Galeno da Costa e Silva,1882+22/0/1939, casou-se com Cândida Santiago Galeno,23/10/1892+20/01/1970. Filhos:

N1- Juvenal Galeno, faleceu criança – 1916

N2- Alberto Santiago Galeno, 27/03/1917+04/05/2005 – Funcionário Público, Advogado, Jornalista, Escritor e Diretor da Casa de Juvenal Galeno durante 16 anos.

N3- Cândida Maria Santiago Galeno (Nenzinha), 18/03/1918+22/07/1989, Professora – Assistente Social, Funcionária Pública e Diretora da Casa de Juvenal Galeno durante 25 anos.

N4- Lúcia Santiago Galeno, 27/07/1919, Funcionária Pública e Artista Plástica.

BN9- Maria da Conceição Santiago Galeno, 05/03/1963, Advogada.

N5- Maria Antonieta Santiago Galeno,02/05/1921+08/02/2009, Professora e Funcionária Pública.

N6- Heloísa Santiago Galeno, 19/12/1922+26/07/1959, casou-se com Josias Rodrigues Santiago de Oliveira,19/12/1922+26/07/1959, Engenheiro Químico. Filhos:

BN10- Ângela Maria Galeno Rodrigues Lima,06/03/1954, médica pediatra, casou-se com Hascalon Rodrigues Lima. Filhos:

TN13- Raphaele Galeno Rodrigues Lima, Advogada, casou-se com Raposo. Filha:

QN2- Rebeca Raposo

TN14- Daniela Galeno Rodrigues Lima, Advogado.

TN15- Vitor Galeno Rodrigues Lima, Advogado.

BN11- Marcos Galeno Santiago de Oliveira, 03/02/1955,Engenheiro, casou-se com Sandra Maria Campelo Macambira,28/11/1958. Filhos:

TN16- Marcela Macambira Santiago

TN17-Roberto Macambira Santiago

TN18-Marcos Macambira Santiago

BN12- Josias Galeno Santiago de Oliveira,27/08/1957, Bancário CEF, casou-se com Marcia Maria Fonseca Santiago de Oliveira,06/09/1958.

TN19- Marco Antônio Fonseca Santiago

TN20- Marcelo Fonseca Santiago

TN21- Maíta Fonseca Santiago, casou-se com Fonseca

QN2- Letícia Fonseca

N7- Humberto Santiago Galeno,05/04/1923+01/11/1999, Magistrado em Linhares-ES.

N8 – Antônio Santiago Galeno,13/10/1925+03/03/1979, Agrônomo e Bancário do Banco do Brasil, casou-se com Maria Neysa Silva Rosas Galeno,23/12/1932. Filhos:

BN1- Simone Silva Rosas Galeno,03/12/1953, casou-se com Joselito Matos Teixeira(ambos Auditores da Receita Federal). Filhos:

TN1- Alexis Galeno Matos, Oftalmologista.

TN2- Alisson Galeno Matos, Agrônomo.

BN2- Antônio Santiago Galeno Júnior, 13/05/1955, Economista, casou-se com Lúcia Vanda Dias Alcântara Galeno, 19/11/1956,Economista (ambos funcionários Públicos). Filhas:

TN3- Hellen Dias Alcântara Galeno, 27/01/1985, Fisioterapeuta.

TN4- Lara Dias Alcântara Galeno,15/05/1986, Turismóloga.

QN1- Enzo Galeno Silva (filho de Lara e Daniel Santos Silva, 15/05/1986, Empresario)

BN3- Amilcar Silva Rosas Galeno,02/09/1957, Biólogo, casou-se com Catarina Lúcia de Moura Souto, 26/12/1955. Filhos:

TN5- Davi Souto Galeno, Agrônomo.

TN6- Daniele Souto Galeno

BN4- Suelly Silva Rosas Galeno, 23/06/1959, funcionária pública – Administradora de Empresa.

BN5- Astrogildo Silva Rosas Galeno- falecido com poucos meses de vida.

BN6- Ailton Silva Rosas Galeno, 14/01/1963, Economista, casou-se com Celma Maria Carneiro Galeno, 15/11/1965, (ambos funcionários do Tribunal Regional Eleitoral). Filhos:

TN7- Letícia Carneiro Galeno.

TN8- Arthur Carneiro Galeno.

BN7- Anibal Silva Rosas Galeno, 22/12/1963, contador, Audito Fiscal do Estado, casou-se com Helena de Fátima Figueiredo, 11/11/1966. Filhos:

TN9- Wesley Figueiredo Galeno

TN10- Bruna Ervelin Figueiredo Galeno

BN8- Adriano Silva Rosas Galeno,14/10/1969, Analista de Sistema, casou-se com Maria Osmar Andrade Costa, Psicóloga. Filhos:

TN11- Marina Costa Galeno

TN12- Vitória Costa Galeno

N9- Maria do Carmo Santiago Galeno,18/08/1927+31/10/1969, Funcionária Publica Federal.

N10- Maria Stela Santiago Galeno,24/10/1928+05/06/2010, Funcionária Publica Federal, casou-se com Antonio Edson Cordeiro.

N11- Yolanda Santiago Galeno, 15/09/1930, casou-se com Antônio Esdras Guimarães, empresário. Filhos:

BN13- Ricardo Guimarães Galeno, casou-se com Socorro Mesquita. Empresários. Filhos:

TN22- André Esdras Mesquita Guimarães

TN23- Bruno Esdras Mesquita Guimarães

Casou-se pela segunda vez com Marcela. Filhos:

TN24- Ricardo Esdras Guimarães

BN14- Esdras Guimarães Galeno, casou-se com Neuma Figueiredo. Empresários. Filhos:

TN25- Vitor Esdras Figueiredo Guimarães

TN26- Pedro Esdras Figueiredo Guimarães

TN27- Carolina Figueiredo Guimarães

BN15- Ariane Guimarães Galeno, casou-se com Cláudio César de Campos Marques, Empresários. Filhos:

TN28- Renata Guimarães Marques

BN16- Andréia Guimarães Galeno, casou-se com Edgar Viana Júnior. Empresários. Filhos:

TN29- Rafael Guimarães Viana

TN30- Fernando Guimarães Viana

TN31- Natália Guimarães Viana

BN17- Marcelo Guimarães Galeno, casou-se com Geísa Rodrigues Holanda Guimarães. Empresários. Filhos:

TN32- Marcelo Esdras Holanda Guimarães

e com a segunda esposa Riviahanne Maria Maia de Oliveira. Filhos:

TN33- Rodrigo Maia Guimarães

TN34- Antônio Esdras de Freitas Guimarães Neto

F3- Maria do Carmo da Costa e Silva, casou-se com Joaquim Sidou.

F4- José Galeno faleceu solteiro. Foi seminarista de Fortaleza.

F5- Henriqueta Galeno, Advogada, Professora, Escritora, Fundadora da Casa de Juvenal Galeno e Diretora da CJG durante 45 anos.

F6- João Galeno da Costa e Silva, casou-se com Maria Estrela Medeiros.

F7- Júlia Galeno da Costa e Silva,05/12/1890+08/04/1978, casou-se com o comendador Francisco de Sant”anna. Filhas:

N12- Francisco Santana Filho, 21/01/1913.

N13- Mary Galeno,07/03/1917.

N14- Mona-Lisa Galeno,09/01/1919.

Em segunda núpcias, casou-se com Leos Voos.

ALGUMAS INFORMAÇÕES

HENRIQUETA GALENO, advogada, professora, escritora e poetisa. Nasceu a 23 de fevereiro de 1877, nasceu em Fortaleza, no mesmo prédio que se transformou na sede da Casa de Juvenal Galeno, sendo filha do criador da poesia popular no Brasil e de sua mulher Maria do Carmo Cabral Galeno.

Fez seus estudos no Colégio da Imaculada Conceição de Fortaleza, no Liceu do Ceará e na Faculdade de Direito do Ceará, onde se bacharelou em Ciências Jurídicas e Sociais a 9 de abril de 1919.Na festa de formatura foi convidada para o cargo de Promotora Pública não obtendo o consentimento do pai. Ingressou no magistério lecionando História do Brasil no Liceu do Ceará por 10 anos e Literatura na Escola Normal. Lutou pela valorização da mulher no Congresso Feminino do Rio de Janeiro em 1931. Foi Secretária da Academia Cearense de Letras. Fundou a Casa de Juvenal Galeno, centro irradiador da cultura cearense, de estímulo aos jovens que se iniciam e que congrega a inteligência da mulher cearense num departamento, a Ala Feminina, num culto perene à memória daquele que viveu cantando o Ceará e o seu povo em todas as suas alegrias e sofrimentos. Publicou “Mulheres Admiráveis”.Faleceu a 10 de setembro de 1964, em Fortaleza, Ce. Foi Diretora da Casa de Juvenal Galeno durante 45 anos. Recebeu do Instituto do Ceará o Certificado de Excelência Cultural Feminina do Ceará – 20/09/2001.





CÂNDIDA MARIA SANTIAGO GALENO nasceu em Russas, no Vale do rio Jaguaribe, a 18 de março de 1918, filha do Juiz de Direito Dr. Antônio Galeno da Costa e Silva, primogênito de Juvenal Galeno e de Cândida Santiago Galeno.

Estudou nos Colégios de Santa Teresa,de Crato, e de Imaculada Conceição de Fortaleza, onde se diplomou a 8 de dezembro de 1936.Professora primária, exerceu por dez anos o magistério. Técnica de Educação, curso feito no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos. (INEP) do Rio de Janeiro, exerceu até aposentar-se o cargo na Secretaria de Educação do Ceará. Assistente Social formada pela Escola de Serviço Social de Fortaleza, professora de Introdução ao Serviço Social na mesma Escola, Assistente Social do Tribunal de Justiça do Ceará, com atuação junto às Varas Criminais.

Foi Diretora da Casa de Juvenal Galeno durante 25 anos, 1964-1989. Foi Presidente da Associação de Jornalista e Escritoras do Brasil (AJEB). Foi Presidente da Comissão Cearense de Folclore, Secretária de Finanças da União Brasileira de Trovadores. Foi Titular da Academia Cearense de Letras, desde 1960, onde ocupou a cadeira nº 35, que tem como Patrono Tomaz Pompeu. Foi Titular da Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno, onde ocupou a Cadeira cuja Patrona é Maria do Carmo Cabral Galeno. Foi Sócia Correspondente da Academia Sobralense de Estudos e Letras e da Academia Feminina de Letras do Rio Grande do Sul, Foi Sócia Efetiva da Associação Cearense de Imprensa e da Associação Cristã Feminina,Foi Fundadora com Oscar Moreira, em 1965, da Editora Henriqueta Galeno.

Publicou “Trovadores Cearenses”, Editora Henriqueta Galeno, 1976 e “Ritmos Fúnebres no Interior Cearense”, Editora Henriqueta Galeno 1977 e participou de nove Antologias e do “Dicionário Literária Brasileiro”, S.Paulo, 1959, Ed. Saraiva, vol. 3 p.556, de Raimundo de Menezes.

CÂNDIDA MARIA SANTIAGO GALENO

Participa dos Seguintes Livros:

“Naipes” (crônicas) 1953

“Trevo de Quatro Folhas” (contos) 1955

“Antologia Cearense (1ª série) 1957, organizada pela Academia Cearense de Letras, com introdução do Historiador Raimundo Girão.

“Antologia do Folclore Cearense”, de Florival Seraine, Editora Henriqueta Galeno, Fortaleza, 1968.

“Dicionário Literário Brasileiro”, S. Paulo,1969, Editora Saraiva, vol. 3, p.556, de Raimundo Menezes.

“Mulheres do Brasil”, (ensaios) Editora Henriqueta Galeno,1971.

“Quinteto em Ritmo de Crônica”, Editora Henriqueta Galeno,1975.

“Trovadores Cearenses”, Ed. Henriqueta Galeno,1976.

“Falas Acadêmicas”, da Academia Cearense de Letras, organizado por Raimundo Girão, Imprensa Universitária, 1976.

“A Academia de 1894”, de Raimundo Girão, publicação da Academia Cearense de Letras, Imprensa Universitária do Ceará, 1975.

“Literatura Cearense”, de Sânzio de Azevedo, publicação da Academia Cearense de Letras,1975.



Certificados – Cândida Maria Santiago Galeno

1 – Faculdade Católica de Filosofia do Ceará – 12/11/1950

2 – Instituto Social de Fortaleza – 26/11/1954

3 - Instituto Social de Fortaleza – 10/05/1961

4 – Escola de Serviço Social – 10/05/1961

5 – Academia Cearense de Letras – 11/1961

6 – Faculdade Católica de Filosofia – 24/07/1963

7 – Academia Cearense de Letras – 30/11/1963

8 – Conservatório de Música Alberto Nepomuceno – 12/06/1964

9 – Clube dos Poetas Cearenses – 14/03/1975

10 – Instituto Lusíadas – 07/11/1977

11 – Secretaria de Cultura, Desporto e Promoção Social – 12/11/1974

12 – Instituto do Ceará – 29/11/1974

13 - Academia Cearense de Letras – 31/05/1975

14 - Academia Cearense de Letras – 17/05/1976

15 - Secretaria de Cultura, Desporto e Promoção Social – 10/06/1976

16 – Instituto Clóvis Bevilaqua – 13/04/1977

17 – Fórum de estudos da Língua portuguesa – 09/07/1977

18 – V Encontro Nacional de Professores Universitários Brasileiros de Literatura Portuguesa – 05/12/1977

19- Prefeitura Municipal de Olímpia – SP - 22/08/1983

20 – Fundação Cultural de Fortaleza – 18/03/1998



Certificados – Cândida Maria Santiago Galeno

1 – Faculdade Católica de Filosofia do Ceará – 12/11/1950

2 – Instituto Social de Fortaleza – 26/11/1954

3 - Instituto Social de Fortaleza – 10/05/1961

4 – Escola de Serviço Social – 10/05/1961

5 – Academia Cearense de Letras – 11/1961

6 – Faculdade Católica de Filosofia – 24/07/1963

7 – Academia Cearense de Letras – 30/11/1963

8 – Conservatório de Música Alberto Nepomuceno – 12/06/1964

9 – Clube dos Poetas Cearenses – 14/03/1975

10 – Instituto Lusíadas – 07/11/1977

11 – Secretaria de Cultura, Desporto e Promoção Social – 12/11/1974

12 – Instituto do Ceará – 29/11/1974

13 - Academia Cearense de Letras – 31/05/1975

14 - Academia Cearense de Letras – 17/05/1976

15 - Secretaria de Cultura, Desporto e Promoção Social – 10/06/1976

16 – Instituto Clóvis Bevilaqua – 13/04/1977

17 – Fórum de estudos da Língua portuguesa – 09/07/1977

18 – V Encontro Nacional de Professores Universitários Brasileiros de Literatura Portuguesa – 05/12/1977

19- Prefeitura Municipal de Olímpia – SP - 22/08/1983

20 – Fundação Cultural de Fortaleza – 18/03/1998


Diplomas – Cândida Maria Santiago Galeno

1 – Comissão Pró-monumento Gustavo Barroso – 31/08/1962

2 – Grêmio Brasileiro de Trovadores – 20/01/1975

3 – União Brasileira de Trovadores – 23/06/1975

4 – Associação Brasileira dos Amigos da Astronomia – 05/03/1977

5 – Instituto Cultural do Vale Caririense – 03/01/1979

6 – Conselho Estadual de Cultura – 06/02/1979

7 – Associação de Jornalista e Escritoras do Brasil – AJEB – 25/10/1985

8 – Academia de Letras Municipais do Brasil – 27/06/1986

9 – Academia de Letras Municipais do Brasil – 21/11/1984

10 – Academia de Letras Municipais do Brasil – 01/08/1986

11 – Academia de Letras Municipais do Brasil – 19/09/2001

12 – Diretório Regional do Rio Grande do Sul – 05/09/1946

13 – União Brasileira dos Trovadores – 30/08/1976

14 – Faculdade Brasileira dos Amigos da Astronomia – 22/12/1966

15 – Associação dos Violeiros, Poetas Populares e Folcloristas do Cariri – 01/11/1968

16 – Associação dos Jornalistas e Escritoras do Brasil – 08/10/1993

17 – Diploma de Sócia Efetiva AJEB – Ceará – 1988.


Placas – Cândida Maria Santiago Galeno


1 – VIII Mulher Maio Mulher

2 – Associação dos Jornalistas e Escritoras do Brasil – 1989

3 – Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno – 27/09/1985

4 – Assistentes Sociais do Ceará – 15/05/1979

5 - Associação dos Jornalistas e Escritoras do Brasil – 1985

6 - Associação dos Jornalistas e Escritoras- RS – 1981





ALBERTO SANTIAGO GALENO, advogado, escritor, contista, jornalista, historiador e trovador, nasceu aos 27/03/1917 na cidade do Vale Jaguaribano S. Bernardo das Russas, filho do Juiz de Direito Dr. Antônio Galeno da Costa e Silva e de Cândida Santiago Galeno, sendo neto, pelo lado paterno, de Juvenal Galeno.

Durante 16 anos foi diretor da Casa de Juvenal Galeno (1989-2005). Premiado pelo núcleo de documentação cultural, da Universidade Federal do Ceará e pelo Banco do Nordeste com a monografia intitulada “Território dos Coronéis” (1984); premiado no concurso de contos lançado pelo BNB Clube de Fortaleza(1982), com o conto intitulado “A cadeia e o mar”. Figura na coletânea “O talento Cearense em Contos”, organizada por Joice Cavalcante e publicada através da editora Maltese, S.P.,1996..

Principais produções literárias de Alberto Galeno :

Sob o signo do macaco;

A praça e o Povo;

A memória dos Cabeças Chatas;

Padres e Soldados no Folclore Cearense;

Seca e Inverno nas “Experiências” dos Matutos Cearenses;

Território dos Coronéis;

A Cozinha dos Cabeças-Chatas.



Certificados – Alberto Santiago Galeno

1 – União Brasileira de Trovadores – 04/05/1985

2 – Prefeitura Municipal de Fortaleza – 30/08/1988

3 – Instituto do Ceará – 31/10/1994

4 – Cooperativa de Cultura do Ceará Ltda – 12/12/1995

5 - Cooperativa de Cultura do Ceará Ltda – 12/12/1996

6 – Produções Culturais – 25/07/2002

7 - Cooperativa de Cultura do Ceará Ltda – 12/12/2003

8 – Associação de Ouvintes de Rádio – 19/07/2004


Diplomas – Alberto Santiago Galeno

1 – Instituto do Ceará – 06/12/1993

2 – Cooperativa de Cultura do Ceará Limitada – 28/01/1995

3 – Academia de Letras do Vale do Longá – 10/02/1996

4 – Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno – 14/09/1997

5 – Associação de Jornalista e Escritores do Brasil – 27/09/1998

6 – Academia de Letras Municipais do Estado do Ceará – 17/09/1998

7 - Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno – 26/09/1999

8 – Instituto do Ceará – 02/03/2000

9 – Centro Cultural dos Cordelista do Nordeste – 26/08/2000

10 – Terça-feira em Prosa e Verso – 12/12/2000

11 – Secretaria de Educação, Cultura e Desporto – 22/08/2001

12 – Academia de Letras Municipais do Estado do Ceará – 19/09/2001

13 – Academia de Letras e Artes do Ceará – 30/11/2002

14 - Cooperativa de Cultura do Ceará Limitada – 29/12/2003

15 - Associação de Jornalista e Escritores do Brasil – 09/11/1984

16 – Defensor da Cultura Popular Cearense – 10 Entidades Culturais – 18/12/2004

17 – Título de Sócio Benemérito - SINCORCE - 1994



Placas – Alberto Santiago Galeno

1– Dia do Escritor – Academia Feminina de Letras do Estado do Ceará – 25/07/2004

2 - Escritor do Ano 1998 – COOPCULTURA – 29/08/1998

3 - SINCORCE – 27/10/1995

4 – O DEMOCRATA – 25/03/2002

Troféu – Alberto Santiago Galeno

1 – Protetor das Letras Cearenses – ALMECE




JÚLIA GALENO nasceu no dia 5 de fevereiro de 1889 em Fortaleza – Ceará, no mesmo prédio que se transformou na sede da Casa de Juvenal Galeno, sendo filha do criador da poesia popular no Brasil e de sua mulher Maria do Carmo Cabral Galeno.

Fez seus estudos no Colégio da Imaculada Conceição de Fortaleza, casando-se muito jovem com o comendador F. de Santana, fixou residência por muitos anos na Bahia, na cidade de Salvador. Mudando-se para o Rio de Janeiro, casou-se em segundas núpcias com Leo Voos e teve destacada atuação na vida literária carioca. Fundou e manteve durante muito tempo em sua residência, a “Cabana Azul”, em Ipanema, a Academia Juvenal Galeno, que marcou época.

Foi sócia titular da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. Pertenceu a Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno. Foi sócia honorária da AJEB. Integrou a delegação da Academia Cearense de Letras junto à Federação das Academias de Letras do Brasil e pertenceu a numerosas associações literárias do Rio, como a UNITER, cujo Salão de Poesia fundou. Publicou pela Editora Henriqueta Galeno, em 1972 seu livro de poesia “Crepúsculo Iluminado”.


MARIA DO CARMO CABRAL E SILVA- Sem ser propriamente uma literata, era D. Maria do Carmo Cabral Galeno um espírito finamente educado, executando a divina arte de Chopin com rara maestria debuxando telas de viva sugestão e de surpreendente colorido. Era com agrado especial e demonstração de íntimo entusiasmo que durante um lapso superior a cinco lustros, D. Maria do Carmo acolheu, com generosidade e fidalguia, os homens de letras mais representativas do país e as figuras exponenciais das letras cearenses homenageados pela Casa de Juvenal Galeno, não escondendo seu júbilo e ufania ante as arrebatadoras revelações do talento e da imaginação.É justo, pois, que figure o nome de tão digna quão extraordinária mulher dentre as patronas que, como nomes tutelares, vão abrilhantar e proteger as corajosas e inteligentes animadoras da ALA FEMININA da CASA DE JUVENAL GALENO, instituição que emprestará um novo esplendor ao majestoso templo de Arte que é o recinto onde sonhou e foi feliz, durante mais de meio século, o criador da poesia popular Brasileira.A proposta do brilhante poeta Carlyle Martins teve a mais franca acolhida no seio da ALA e o nome de D. Mariquinhas, como era conhecida, foi eleito por aclamação para patrocinar uma das cadeiras do nosso sodalício.


MARIA DO CARMO THEOPHILO E SILVA, mãe de Juvenal Galeno, conhecida por Baronesa do Café, filha do negociante português Manuel José Theophilo e Isabel Sabina de Oliveira, nasceu aos 16 de julho de 1817 em Fortaleza onde faleceu aos 7 de agosto de 1900. – “Era uma dama de altos predicados, sobretudo os de simpatia e prestimosidade, encantando a quem dela se aproximasse. È tradição que, a cada um dos hóspedes ilustres que freqüentemente buscavam a sua casa, costumava oferecer o presente de uma toalha. Do seu sitio enviava saquinhos de café, ali colhido, ao Imperador D. PedroII”.
                                            José Antônio da Costa e Silva, Barão do Café.
Casou-se em 8 de novembro de 1855 com José Antônio da Costa e Silva, Barão do Café, grande proprietário na serra da Aratanha. Foram pais de quatro filhos, sendo o caçula o conhecido poeta Juvenal Galeno.Durante os festejos da libertação dos escravos no dia 2 de fevereiro de 1883, em Pacatuba, Maria do Carmo libertou escravos sem remuneração e contribuiu financeiramente para a emancipação destes.


Liberalina Angélica da Silva Albano(Baronesa de Aratanha,irmã de Juvenal Galeno)
"Descrevendo a cidade de Fortaleza, em 1895, o saudoso historiador Antônio Bezerra de Meneses dizia que a Igreja do sagrado Coração de Jesus, sita em frente ao Parque da Liberdade, hoje Cidade da Criança, era o seu mais belo templo e acrescentava com manifesto exagero " só excedido pela Candelária do Rio de Janeiro e a Penha de Pernambuco". A primeira pedra dessa edificação foi assentada a 25 de setembro de 1878, por iniciativa do Barão e Baronesa de Aratanha, sob os auspícios do primeiro Bispo do Ceará, D. Luiz Antônio dos Santos, Marquês do Monte Pascoal."Fonte: Revista "O CRUZEIRO",2 de novembro de 1957, por Gustavo Barroso.




   
                                                              AMILCAR GALENO

                                                            GESTÃO (2005 - 2007)


Amílcar Silva Rosas Galeno, filho de Antônio Santiago Galeno e Maria Neyse Silva Rosas Galeno, nasceu em 02 de setembro de 1957, no Município do Crato-CE.

Biólogo, Artista plástico renomado, Professor e Apicultor de abelhas indígenas.

Foi funcionário da TELECEARÁ, onde ocupou importantes cargos no segmento de informática.

Foi industrial do ramo de polpas de frutas e Comerciante antes de Assumir a Diretoria da Casa de Juvenal Galeno (2005 – 2007).

Como Diretor da Casa de Juvenal Galeno, Amilcar iniciou a formulação de um projeto orçamentário objetivando recursos para recuperação, manutenção e gestão cultural deste equipamento.
Participou de inúmeros Cursos, Seminários e Congressos, a maioria concernente à Apicultura e agronomia.

È casado com Catarina Lúcia de Moura Souto Galeno, sendo pai de dois filhos: Davi Souto Galeno, Agrônomo e Daniele Souto Galeno, Nutricionista.










PRESIDENTE DE HONRA:

ANTÔNIO SANTIAGO GALENO JÚNIOR


Por Francinete Azevedo



Um arauto da cultura, o Antônio Galeno “de todas as artes”. É também persona grata em quaisquer segmentos culturais. Um guardião da Casa Iluminada do poeta Juvenal Galeno, e de seu acervo cultural, no qual a história da literatura cearense é marco predominante.
Realçamos o entusiasmo, a bravura deste novo membro da família Galeno norteando o destino do Casarão. Ele, sem medir esforços, conserva e vigia o Relicário, no qual inesquecíveis lembranças surgem em cada recanto, em cada semblante emoldurado, preso às paredes, enquanto o solo parece espelhar nos mosaicos da época, as pisadelas de gente pródiga em talentos, plena de sensibilidade.
O Solar dos Galenos, a “Mansão do Pensamento e do Civismo” assim denominado pelo saudoso poeta Filgueiras Lima, vem sendo resguardado, sob a vigilância inconteste de um homem nascido e criado sob os esplendores das letras cearenses.
Ressaltamos também a gentil acolhida que Antônio Galeno dispensa a todos sem restrições de raça, credo, cor. Ele estende suas mãos solidárias tanto ao consagrado quanto ao novo artífice das letras e ainda aos propagadores de uma arte.
O atual diretor da Casa, (esta que é o porto seguro de todos nós escritores), Antônio Santiago Galeno Júnior nasceu em Fortaleza, no dia 13 de maio, filho de Antônio Santiago Galeno e Maria Neyse Silva Rosas Galeno.
Formado em Economia pela Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Foi funcionário da COELCE, onde ocupou os seguintes cargos: Economista, Chefe da Secção de Acompanhamento de Mercado, Assistente do Departamento de Mercado de Energia Elétrica e Chefe do Setor de Controle de Perdas de Energia Elétrica.
Sua postura na qualidade de Chefe foi sempre dignificante, haja vista a sua esmerada atenção e respeito para com todos (da equipe) a ele subordinados.
Sempre se mostrou hábil no que se propunha a fazer, destemido quanto aos desafios da profissão, favorável às mudanças geradoras de progresso, autêntico em suas decisões sem relegar a ética profissional.
Responsabilidade, discrição, pontualidade são determinantes em sua conduta pessoal, por isso foram destaques especiais no cumprimento das atribuições regentes naquela Empresa.
Foi industrial do ramo de “polpas de frutas” e Comerciante antes de assumir a Diretoria da Casa de Juvenal Galeno.
Participou de inúmeros Cursos, Seminários e Congressos, a maioria concernente à Informática e à Economia. 


Foi condecorado com o Título de Mérito Cultural pelas seguintes Entidades literárias:
Cooperativa de Cultura do Estado do Ceará – COOPCULTURA e da qual é Presidente de Honra;  Academia de Letras Juvenal Galeno - ALJUG, Presidente de Honra;
Centro Cultural do Ceará - CCC - Presidente de Honra;

Academia Afrocearense de Letras - AAFROCEL, Presidente de Honra;
Academia Feminina de Letras do Ceará – AFELCE - 2014;
Academia de Letras e Artes do Ceará     – ALACE;
Medalha Eduardo Campos da Secretaria de Turismo e Cultura de Pacatuba;
Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Ceará – SATED-CE;

Maria,Mãe da Vida.
Academia Feminina de Letras - Troféu de Mérito Cultural 2015

Homenagens recebidas pela Excelência na Gestão da Casa de Juvenal Galeno: 


Núcleo dos Amigos Mágicos do Ceará - NUAMAC
Academia Feminina de Letras do Ceará – AFELCE;
Associação dos Proprietários e Artistas de Circo – APAC-CE
Grupo de Apoio aos Pacientes Reumáticos do Ceará – GARCE 

Maria,Mãe da Vida    
Centro Cultural do Ceará -CCC


Antônio Santiago Galeno Júnior visando o interesse de estudiosos e a divulgação da obra literária do poeta Juvenal Galeno nos meios cultural e social criou um “site” onde todos podem viajar no tempo e no espaço, descobrindo valores na manipulação de pedras preciosas, sob os encantos da modernidade, à mercê dos recursos da internet.



                                                 xx 
 
 





Diplomas, certificados, medalhas e placas da Casa de Juvenal Galeno


Juvenal Galeno achava-se velho e cego. Deitado em sua branca rede, ele passava os dias a conversar com os amigos, quando não a compor e ditar versos para a filha Henriqueta. Os amigos liam suas produções literárias, pedindo-lhe que opinasse. Entre esses, eram frequentes poetas e prosadores , como Leonardo Mota, Quitino Cunha e Napoleão de Meneses. Foi quando acorreu a Henriqueta a ideia da criação do salão Juvenal Galeno, um sodalício a exemplo dos congêneres parisienses da época de Luís XIV. A ideia contou, de imediato, com o apoio dos vizinhos e da consorte do poeta, Dona Maria do Carmo Cabral Galeno. Os vizinhos emprestavam as cadeiras para as festas do salão; Dona Mariquinhas preparava os comes e bebes. Nasceu, desta forma, o novo espaço literário. As sessões do salão eram presididas pelo próprio Governador do Estado, Doutor Justiniano de Serpa, contando com a presença do mundo artístico de Fortaleza. As declamadoras, os conferencistas, pianista e demais artistas chegados do Sul, antes mesmo da apresentação no Teatro José de Alencar, eram recepcionados no salão Juvenal Galeno. Nos anais da Casa, figuram conferencistas da estirpe de Fernandes Távora, Gustavo Barroso, Demócrito Rocha e outros. Era a fase do beletrismo acadêmico. E assim permaneceu até o ano de 1936, ano do centenário de nascimento de Juvenal Galeno, quando o espaço foi ampliado e ilustrado com as pinturas de Otacílio Azevedo. A Assembleia Legislativa do Estado considerava-o de utilidade pública e o poeta centenário ganhava um busto em praça pública. A partir de então, o salão Juvenal Galeno passava a chamar-se Casa de Juvenal Galeno. 

MEDALHAS, DIPLOMAS, MEDALHAS E CERTIFICADOS QUE A CASA DE

JUVENAL GALENO CONQUISTOU DURANTE 96 ANOS DE ATIVIDADE CULTURAL.



1- Medalha da Abolição – Governo do Estado – 10/03/1975

2 – Diploma – Instituto do Ceará – 05/10/1994

3 – Certificado – Cooperativa de Cultura do Estado do Ceará 12/12/1998

4 – Certificado – Amigo da Escola – 21/12/1998

5 – Diploma – Amigo da Poesia – 14/03/2006

6 – Medalha Honra ao Mérito – S.D.B.E.P – Parangaba 28/06/2002

7 – Medalhão Gustavo Barroso – Fortaleza 08/1962

8 – Placa de Admiração – Campanha nacional de Escolas da Comunidade – 26/10/1994

10 – Placa de Reconhecimento – Mercadinhos São Luís

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Adísia Sá entra para galeria de honra da Casa de Juvenal Galeno
Ter, 03 de Junho de 2014 22:42
A Casa de Juvenal Galeno, instituição mantida pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, recebe a jornalista Adísia Sá, nessa quarta-feira (4), às 9 horas, para uma homenagem pela trajetória de vida e contribuição ao jornalismo cearense. Após a recepção com um café da manhã, haverá a aposição da fotografia da jornalista na galeria de honra do equipamento instalado no Centro de Fortaleza - Rua General Sampaio, 1128.
Adísia Sá passa a figurar entre nomes ilustres que contribuíram ou ainda contribuem para a consolidação da Casa de Juvenal Galeno como um importante centro cultural. Construída em 1886 pelo poeta Juvenal Galeno e transformada em centro de cultura em 1919 pelas filhas Júlia e Henriqueta Galeno, a casa já recebeu personalidades do porte de Antônio Sales, Euclides da Cunha, Gustavo Barroso, Jáder de Carvalho, Leonardo Mota, Patativa do Assaré e Rachel de Queiroz.
“Adísia Sá é uma das primeiras integrantes da Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno, onde é sócia efetiva, ocupando a cadeira nº 23, patroneada por Henriqueta Galeno”, aponta Antônio Santiago Galeno Júnior, diretor da Casa de Juvenal Galeno e um dos bisnetos do poeta que ali morou até morrer, aos 95 anos, em 1931. Henriqueta Galeno, uma dos sete filhos de Juvenal Galeno, foi a idealizadora e fundadora da Ala Feminina, que reúne intelectuais cearenses desde a década de 1930, quando foi fundada como Falange Feminina.
A jornalista Adísia Sá escreveu inclusive a biografia de Henriqueta Galeno, que morreu em 1964 e por quem nutria afeição desde a infância. "Ainda garota, eu rondava a Casa de Juvenal Galeno. Henriqueta Galeno me botava no colo, me chamava de menina prodígio, tinha muito carinho por mim", rememora Adísia, então moradora também do Centro da cidade, na Rua Senador Pompeu, pertinho da Casa de Juvenal Galeno.
Hoje aos 84 anos e quase 60 de jornalismo, a professora emérita da Universidade Federal do Ceará, primeira ombudsman do Jornal O Povo, atual presidente da Associação Cearense de Imprensa, diz ter recebido "com um pouco de vaidade, um pouco de alegria" o comunicado de mais uma entre tantas homenagens que já lhe renderam. "Adísia Sá foi uma das primeiras mulheres cearenses a aderir à Ala Feminina da Casa e merece o nosso reconhecimento pela contribuição e inestimáveis serviços prestados a esta Casa e à cultura cearense", reforça Antônio Galeno.
Ao criar a Ala Feminina, em 1936, Henriqueta Galeno, uma mulher à frente do seu tempo, buscava congregar a cultura de outras cearenses, dando visibilidade para os dotes intelectuais e artísticos femininos. Poetisa, ensaísta, formada em Direito, Henriqueta tinha uma vida intelectual e política atuante, sob inspiração do próprio pai. Ela foi professora da Escola Normal e no Liceu, membro da Associação Cearense de Imprensa e da Academia Cearense de Letras e representou o Ceará no 1° Congresso Feminista, realizado no Rio de Janeiro, em 1922, sob a presidência da líder feminista Bertha Lutz.
Com toda essa disposição, Henriqueta buscava mobilizar outras mulheres para não se acomodarem apenas aos afazeres domésticos e reunia em torno de si nomes que não passaram em brancas nuvens. Entre as primeiras sócias da Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno estavam a advogada Wanda Sidou, que se notabilizou mais tarde na defesa de presos políticos do regime militar no Ceará, e Heloneida Studart, que se tornaria uma escritora, ensaísta, teatróloga, jornalista e seis vezes deputada estadual do Rio de Janeiro.
Até hino a Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno tem:
“(...)
Aqui, vivemos emoções
Ditadas por nossos corações,
Em verso, em prosa excelente,
Que escrevemos a toda gente!
Aqui, será bem acolhido
Quem ama as artes, a cultura em geral,
Aqui, ninguém é preterido,
Não conta idade ou camada social
(...)”.

De jornal, rádio, televisão e outras letras
Maria Adísia Barros de Sá nasceu no dia 7 de novembro de 1929, em Cariré, a 287 quilômetros de Fortaleza. Na capital, tornou-se bacharel em Filosofia Pura pela Faculdade Católica de Filosofia do Ceará, em 1954, e licenciou-se pela Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Ceará, em 1962.
Em 1955, a jovem Adísia deu início à carreira no jornalismo, pelo jornal Gazeta de Notícias, tornando-se a primeira mulher a integrar a redação de um jornal no Ceará e a primeira mulher repórter policial. A trajetória inclui passagens pelo jornal O Estado antes mesmo de atuar como jornalista profissional, TV Ceará, TV Jangadeiro, TV Fortaleza, TV Manchete, TV Com e jornal O Dia, os três últimos já extintos.
No Grupo O Povo de Comunicação, Adísia fez sua segunda casa. No Jornal O Povo, após longa experiência na Redação, inaugurou a função de ombudsman em 1994, sendo a única pessoa a cumprir quatro mandatos, e depois também assumiu a tarefa de ouvidora na Rádio O Povo/CBN, onde estreou em 1984, uma trajetória que lhe conferiu no início de 2014 o título de ombudsman emérita dos dois veículos.
Também professora, lecionou na Universidade Estadual do Ceará (Uece), Universidade de Fortaleza (Unifor) e Universidade Federal do Ceará (UFC), onde esteve na linha de frente para a implantação do primeiro curso de jornalismo no Estado, em 1965, pelo então reitor Antônio Martins Filho. Engajada, foi a primeira mulher sindicalizada no Ceará, em 1956, e ocupou diversos cargos de direção em entidades de classe, como a Associação Cearense de Imprensa, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Ceará e a Federação Nacional dos Jornalistas.
Apaixonada pelas letras, escreveu não apenas para os veículos de comunicação. Adísia Sá publicou diversos livros nas áreas de Filosofia, Comunicação e Literatura, entre eles Metafísica Para Quê? (1971), Fenômeno Metafísico (1973), Introdução à Filosofia (1975), Vanguarda: Produto de Comunicação (1977), Ensino de Jornalismo no Ceará (1979), Biografia de Um Sindicato (1981), O Jornalista Brasileiro (1985), Comunicação é o Homem (1986), Capitu Conta Capitu (1992), Clube dos Ingênuos: Um relato de três anos como ombudsman do O Povo (1998) e Traços de União (1999).

Centro irradiador de cultura
Desde que se tornou um centro de cultura em 1919, a Casa de Juvenal Galeno tem como missão preservar e divulgar o legado do escritor Juvenal Galeno, constituindo-se em um espaço de convivência, pesquisa e lazer. Mais do que preservar a memória e a produção do poeta, a Casa sempre concentrou e irradiou cultura.
Os anos 30 e 40 são considerados a fase áurea do local, quando era bastante frequentado por artistas, intelectuais e políticos que cultivavam o gosto pelas letras. Leonardo Mota, Quintino Cunha, Jáder de Carvalho, Patativa do Assaré, Rachel de Queiroz, Fernandes Távora, Raimundo Girão, Moreira Campos, Mozart Soriano Albuquerque estavam entre os escritores que prestigiavam os saraus literários que animavam as noites da casa. Além de atrair a intelectualidade local para as palestras e reuniões, a casa também recebia escritores, poetas e artistas que visitavam Fortaleza.
Entre estátuas e bustos de granitos, móveis coloniais, utensílios importados do século XIX, arquitetura esmeralda, obras de arte e jardim assombreado, os visitantes encontram parte da memória cultural cearense e brasileira. A casa possui dez cômodos, abrigando um valioso acervo bibliográfico, doado por Mozart Monteiro, e a biblioteca do próprio Juvenal Galeno, que juntos totalizam cerca de 18 mil volumes, higienizados, catalogados e informatizados.
A ampla residência é dotada de dois auditórios: um com pequeno palco, piano de meia cauda e várias obras de arte, tem capacidade para 120 pessoas; outro é ao ar livre, sombreado por frondosas mangueiras e pode atender até 200 visitantes. Os espaços acolhem o público com uma programação que valoriza diferentes vertentes da cultura.
A Casa de Juvenal Galeno é sede para as atividades de diversos grupamentos: Academia de Letras Juvenal Galeno, Academia de Letras e Artes do Ceará, Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará, Academia Feminina de Letras do Ceará, Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno, Associação Cearense de Escritores, Associação de Ouvintes de Rádio do Estado do Ceará, Associação Maria Mãe da Vida, Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste, Comissão Cearense de Folclore, Cooperativa de Cultura do Ceará, Coro Lírico Alvarus Moreno e Auzeneide Cândido, Escola de Violão Clássico e Popular Maestro Del Castro, Grupo Chocalho, Núcleo dos Mágicos do Estado do Ceará, Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculos do Estado do Ceará e União Brasileira de Trovadores – Seção de Fortaleza.
Além das reuniões regulares, as associações mantêm intercâmbio com outros grupos e instituições afins, em quase todo o Brasil, divulgando o potencial artístico e cultural do Ceará. Além dos eventos promovidos ali, a Casa de Juvenal Galeno oferece uma rica programação da cultural popular tradicional, com a presença de elementos como a viola, cantoria, embolada, cordel, xilogravura e artesanato, entre outras manifestações.

Serviço
Casa de Juvenal Galeno homenageia jornalista Adísia Sá
Data: quarta-feira, 4 de junho de 2014
Horário: 9 horas
Local: Rua General Sampaio, 1128 - Centro












Casa de Juvenal Galeno foi grande sustentáculo da cultura cearense, diz Adísia Sá
Qua, 04 de Junho de 2014 17:04
A escritora e jornalista Adísia Sá integra agora a galeria de honra da Casa de Juvenal Galeno, juntando-se ao pesquisador e poeta Carneiro Portela, ao jornalista e agitador cultural Cláudio Pereira, ao poeta Patativa do Assaré e à escritora Rachel de Queiroz, entre muitos outros nomes de forte expressão nas artes, em especial nas letras, e que contribuíram ou ainda contribuem para o desenvolvimento da casa, seja pelo próprio trabalho desenvolvido ou pela divulgação do equipamento. A homenagem a Adísia Sá foi realizada na manhã dessa quarta-feira (4), no centro cultural instalado na Rua General Sampaio, 1128, e mantido pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará.
Além da aposição da foto na galeria de honra da Casa de Juvenal Galeno, a jornalista recebeu uma medalha da Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno, da qual é sócia efetiva, e muitas palavras elogiosas. Em resposta, ela enalteceu a importância de Juvenal Galeno e Henriqueta Galeno para a cultura cearense. A residência foi construída em 1886 pelo poeta e transformada em centro de cultura em 1919 pelas filhas Júlia e Henriqueta, sendo esta também responsável pela criação da Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno em 1936 e merecedora de um texto biográfico escrito por Adísia Sá e que integrou o volume 2 do livro Mulheres do Brasil, em 1971 - Henriqueta foi poeta, ensaísta e uma mulher à frente do seu tempo.
“Esta não é uma casa de solenidade, mas de saudade e  confraternização. Muitos intelectuais cearenses tiveram abrigo aqui. Se não fosse o carinho, o estímulo e a divulgação desta casa, muitos não seriam intelectuais nem cearenses. A história desta casa ainda não foi devidamente contada. Ela foi um grande sustentáculo da cultura do Ceará”, destacou Adísia Sá. Segundo a jornalista, a Casa de Juvenal Galeno chegou a ter uma importância maior para a cultura cearense do que a própria Academia Cearense de Letras, a mais antiga instituição do gênero no país, fundada a 15 de agosto de 1894.
“Nos anos 30 e 40, quem reergueu a Academia Cearense de Letras foi a Casa de Juvenal Galeno”, reforça o atual diretor do equipamento, Antônio Santiago Galeno Júnior, bisneto do poeta Juvenal Galeno. O período é considerado a fase áurea do centro cultural, tendo sido bastante frequentado por artistas e intelectuais que cultivavam o gosto pelas letras. Entre os escritores que prestigiavam os animados saraus literários da casa estavam Leonardo Mota, Quintino Cunha, Jáder de Carvalho, Fernandes Távora, Raimundo Girão, Moreira Campos, Mozart Soriano Albuquerque. Além de atrair a intelectualidade local para as palestras e reuniões, a casa também recebia escritores e artistas em visita a Fortaleza, como Euclides da Cunha.
Adísia Sá, ainda menina, já frequentava o local, dada a facilidade de morar pertinho, também no Centro da cidade, na Rua Senador Pompeu. "Henriqueta Galeno me botava no colo, me chamava de menina prodígio", relembra. Mais tarde, a jovem Adísia se juntaria às mulheres da Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno, antes mesmo de ingressar na profissão de jornalista em 1955, pois os dotes literários já se faziam notar nos bancos escolares, como aluna do Colégio Imaculada Conceição, tendo produzido ali os primeiros contos. Ao começar a carreira no jornalismo, precisamente na então Gazeta de Notícias, tornou-se a primeira mulher a integrar a redação de um jornal no Ceará e a primeira mulher repórter policial.
Ao longo da trajetória profissional, Adísia Sá foi colecionando primeiros lugares. Primeira ombudsman do jornal O Povo, em 1994, foi também a primeira e única a acumular quatro mandatos, primeira mulher a exercer a função na imprensa nordestina e primeira presidente da seção cearense da Associação Brasileira de Ouvidores, um percurso que justifica o título de ombudsman emérita do Grupo O Povo de Comunicação conquistado em 2014. Engajada, foi a primeira mulher sindicalizada no Ceará, em 1956. "Ícone do jornalismo, do saber e da culltura cearense", como definiu Antônio Galeno, diretor da Casa de Juvenal Galeno, durante a homenagem nessa quarta-feira.
O reconhecimento ao valor da escritora se justifica pela produção literária. Adísia Sá publicou diversos livros nas áreas de Filosofia, Comunicação e Literatura: Metafísica Para Quê? (1971), Fenômeno Metafísico (1973), Introdução à Filosofia (1975), Vanguarda: Produto de Comunicação (1977), Ensino de Jornalismo no Ceará (1979), Biografia de Um Sindicato (1981), O Jornalista Brasileiro (1985), Comunicação é o Homem (1986), Capitu Conta Capitu (1992), Clube dos Ingênuos: Um relato de três anos como ombudsman do O Povo (1998), Traços de União (1999), entre outros.
A homenagem a Adísia Sá foi prestigiada por amigos e ex-alunos da professora, como o secretário da Cultura do Estado Paulo Mamede, o ex-secretário Nilton Almeida e os jornalistas Paulo Tadeu e Emília Augusta. Diante de tantos elogios, a homenageada confessou: "Eu estou muito satisfeita, mas pedindo a Deus para que não me envaideça".

Assessoria de Comunicação - Secretaria da Cultura do Ceará
(85) 8699.6524 - Dalwton Moura
(85) 8878.8805 - Raimundo Madeira
(85) 9608.5822
 - Sonara Capaverde
Foto: blog.opovo.com.br
(85) 3101.6761

imprensa@secult.ce.gov.br
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                              ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS, 29/01/2015, 10h

FATOS HISTÓRICOS

Nesta opção você tem acesso, em ordem cronológica simples, a mais de 30.000 fatos da História do Ceará. Esses Fatos históricos foram coletados a partir de várias fontes, entre elas artigos das Revistas do Instituto do Cearáe vários outros livros, destacando-se Cronologia Ilustrada de Fortaleza - do Arquivista Miguel Ângelo de Azevedo - Nirez.
Tecnicamente a pesquisa ainda é limitada a um verbete (ou seja, uma palavra apenas por vez) ou por datas para localizar o fato da história de seu interesse.
Boa pesquisa.
Data
Fato Histórico relevante para o Ceará
Apresentamos os registros 1 a 10 do total de 339 registros.


PróximosÚltimos
27/Setembro/1836 fonte de dadosFortaleza: (nascimento) Juvenal Galeno da Costa e Silva, poeta, folclorista, sócio fundador do Instituto do Ceará, patrono da cadeira n.° 23 da Academia Cearense, de que foi primeiro ocupante sua filha Henriqueta Galeno. (falecimento) em Fortaleza em 7 de março de 1931.
26/Novembro/1849 fonte de dados1849 - novembro - 26 - Sai o primeiro número do jornal Sempreviva, em Fortaleza, dirigido por Juvenal Galeno da Costa e Silva e Gustavo Gurgulino de Sousa.
26/Novembro/1849 fonte de dadosFortaleza: primeiro número de Sempreviva, pioneiro do jornalismo puramente literário n’ O Ceará, redigido por Juvenal Galeno e Gustavo Gurgulino de Souza.
1853 fonte de dadosPublicam-se: Mocidade Cearense, jornalzinho recreativo, fundadopor Juvenal Galeno e Joaquim Catunda; O Comercial, de F. L. de Vasconcelos, de que foram redatores o Padre Carlos Augusto Peixoto de Alencar e Manuel Rufino de Oliveira Jamacaru.
1856 fonte de dadosJuvenal Galeno publica Prelúdios Poéticos (Tip. Americana de José Soares de Pinho, Rio de Janeiro), reunindo poemas aparecidos na Marmota Fluminense. A edição foi custeada com dinheiro mandado por seu pai para que se dedicasse ao estudo dos problemas da lavoura cafeeira. Uma corrente de estudiosos intenta vincular ao aparecimento da obra o desabrochar da atividade cultural cearense, cujas sementes, entretanto, já vinham sendo plantadas há quase duzentos anos, quando o Padre Antônio Vieira, na sua missão evangelizadora junto aos índios da serra da ibiapina levara à região os primeiros rudimentos da cultura dos brancos.
1856 fonte de dadosJosé de Alencar, que desde 1854 estreara como folhetinista no Correio Mercantil (Rio de Janeiro) e se transferira para o Diário do Rio de Janeiro, vê editado seu primeiro romance, Cinco Minutos, que é distribuído como brinde de fim de ano aos assinantes do jornal, onde fora inicialmente publicado. Apenas aqueles que restringem a sua visão de cultura à criação literária podem ver nos poemas de Juvenal Galeno e no romance de José de Alencar o núcleo inicial da cultura cearense, desconsiderando assim mesmo o que foi o florescente cultivo da poesia dos Oiteiros, cuja produção, embora esparsa, chegou até os nossos dias.
1860 fonte de dadosEm represália à prisão determinada pelo comandante João Antônio Machado, por ter preterido obrigações como alferes da Guarda Nacional para comparecer a uma reunião com Gonçalves Dias, Juvenal Galeno escreve e edita A Machadada, poema fantástico. Foi a primeira obra literária publicada no Ceará (Tip. Teotônio Esteves).
03/Novembro/1861 fonte de dadosFortaleza: no Taliense é representada a peça Quem com Ferro Fere com Ferro Será Ferido, de Juvenal Galeno, que monta nesse ano oficina tipográfica para editar em fascículos suas obras poéticas.
1862 fonte de dadosA imprensa cearense é enriquecida com: O Peregrino (aparecido em 9 de fevereiro; redator: Juvenal Galeno), O Artista (7 de março, primeiro jornal operário do Ceará; publicava-se às sextas-feiras sob a supervisão do Padre Cerbelon Verdeixa), Filolítera (abril; de João Câmara e José Raimundo; periódico recreativo, instrutivo e crítico), A. Fortaleza. (17 de maio;, publicado sob ps auspícios do Bispo Dom Luís Antônio dos Santos), Gazeta Oficial (16 de julho, circulava às quartas-feiras e sábados; substituiu O Comercial, propriedade de Francisco Luís de Vasconcelos), O Monitor, Mocidade, A Lanceta (primeira publicação médica, fundada por Joaquim Antônio Alves Ribeiro; jornal de medicina, fisiologia, cirurgia, química etc.) e A Democracia ( 1 de novembro; órgão de propaganda republicana). No interior da província surgiram: A Cantora (Crato; periódico crítico e noticioso), Época (Aracati) e Jornal do Icó (Icó; março; conservador, aparecia nos sábados).
1865 fonte de dadosFundado pelo Bispo Dom Luís o Colégio da Imaculada Conceição, tendo como superiora a Irmã Margarida Bazet. A primeira órfã foi recebida no dia 25 de julho e a inauguração ocorreu em 15 de agosto. Entre as primeiras alunas figurou a jovem Maria do Carmo Cabral, que mais tarde se casou com o poeta Juvenal Galeno.

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